Livro: Paris no Século XX

Sinopse: A história situa-se em Paris, no ano de 1960, e fala-nos de uma civilização urbana, onde as máquinas, a tecnologia e a economia, tornam a sociedade admirável, e no entanto, totalmente desculturizada, sem apreço pelos artistas e pelos valores de outrora, que tanto caracterizaram a sociedade Parisiense durante séculos. Neste romance - escrito em 1863 mas descoberto apenas em 1989 - Júlio Verne projeta para o ano de 1960 a sociedade parisiense de seu tempo. Ao pintar o ambiente da futura Paris, Verne cria um espaço visual preenchido por invenções científicas inimagináveis para sua época, mas espantosamente próximas à realidade atual.
 Autor Júlio Verne || Skoob || Compre
Minha demora em falar sobre o livro aqui é achava não ter muito o que dizer sobre ele..minha oportunidade de lê-lo foi através do Livro Viajante do Skoob... eu já tinha ouvido falar do autor.. e queria diversificar meu tipo de leitura e assim eu li eh eh eh eh.

O curioso do livro é que ele só foi lançado muitos anos depois da morte de Julio Verne. Quando escreveu este livro, Júlio Verne tinha 35 anos de idade, e sua esposa, acabara de dar-lhe um filho, Michel, nome dado ao personagem principal da história. Descoberto em 1986 por Piero Gondolo della Riva, famoso colecionador e presidente da Sociedade Júlio Verne, o qual vasculhando os arquivos particulares dos herdeiros do editor Hetzel, encontra o rascunho da carta na qual o editor em objeto comentava sobre Paris no Século XX. E isto foi fundamental para a publicação do romance, o qual vendeu mais de 200.000 exemplares na França ~ créditos ao Leitores Cinéfilos. No início do livro temos a oportunidade de ver as impressões do seu editor sobre a história e também as razões para não publicá-la. E digo logo que ele não é muito simpático quanto a isso eh eh eh eh. Com certeza ele tinha lá suas razões... mas todos sabem que achar rascunhos/manuscritos de obras inacabadas ou terminadas de alguém tão famoso (depois que ele morre) é praticamente uma mina de ouro... além disso, claro, é um novo fôlego aos fãs, colecionadores e apreciadores.

Achei que seria uma leitura mais complicada e nem foi tanto assim eheheheeh.. só me apeguei ao Michel (personagem da história) lá pelo meio do livro.. mas como comentei antes não tenho idéia como vou escrever sobre isso.. é que o livro diz muito e não diz nada (olha que confuso!).. Ou nada que  possa explorar superficialmente (quero dizer). As idéias de Julio são incríveis.. uma pena que eu não conheça Paris para poder fazer minhas devidas comparações ao que ele tentou idealizar.. imaginar.. 'prever', visionar. Mas tudo que ele 'critica' sobre a literatura.. música.. máquinas.. que perfeito. É basicamente isso mesmo. Até mesmo hoje... século XXI. O homem deixou tudo de lado. Tornou tudo mecanizado e artificial. Ele em 1863 já 'esperava' por isso. Uau!

Quando você acaba de ler.. talvez você sinta o que o editor dele percebeu de cara. Onde está o resto? Imagina publicar algo assim na época e ainda parecendo meio inacabado.. e do jeito como terminou.. afff Não sei se fico triste ou com raiva. Pois acabo por não descobrir o que Michel queria. O que ele pretendia? E será que ele morreu? WTF? Ficaram muitas questões no ar. Lógico que o que motiva o livro não é tanto a história do Michel e sim toda a visão de Julio a partir da história de Michel. E o livro é um achado.. descobriram 'recentemente' na década de 80..em todo caso não importa mais, né? Devemos apenas apreciar algo que poderia ter ficado perdido, mas não ficou.

E eu preciso ler outras obras dele (as publicadas de fato).. para sentir a diferença.~ Existem as adaptações para cinema e tal.. mas sinceramente nunca tive vontade de assistir.. acredito que eu prefira ler mesmo.

Júlio Verne nasceu em Nantes, França, em 1828. Dramaturgo, em 1850, sua primeira peça foi levada ao teatro, pelas mãos de Alexandre Dumas. Ajudado por outros amigos, conseguiu um emprego no Teatro Lírico, depois publicando o conto “Uma viagem em balão” na revista infantil “Le Musée des Familles”. 'Cinco semanas num balão', romance inspirado nesse conto, foi lançado em 1863, sendo bem recebido pelo público. Foi autor de cerca de cem livros e um dos escritores mais influentes de sua época. São dele, entre outros: 'Aventuras do capitão Hatteras', 'Viagem ao centro da Terra', 'Da Terra à Lua', 'Os filhos do capitão Grant', 'Vinte mil léguas submarinas', 'À roda da Lua', 'A volta ao mundo em oitenta dias' - um dos maiores sucessos editoriais do século XIX - , 'O doutor Ox', 'Miguel Strogoff'. Faleceu em 1905.

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