Filme: Rio

96 min || Filmow || Compre
Sinopse: Blu (Jesse Eisenberg) é uma arara azul que nasceu no Rio de Janeiro mas, capturada na floresta, foi parar na fria Minnesota, nos Estados Unidos. Lá é criada por Linda (Leslie Mann), com quem tem um forte laço afetivo. Um dia, Túlio (Rodrigo Santoro) entra na vida de ambos. Ornitólogo, ele diz que Blu é o último macho da espécie e deseja que ele acasale com a única fêmea viva, que está no Rio de Janeiro. Linda e Blu partem para a cidade maravilhosa, onde conhecem Jade (Anne Hathaway). Só que ela é um espírito livre e detesta ficar engaiolada, batendo de frente com Blu logo que o conhece. Quando o casal é capturado por uma quadrilha de venda de aves raras, eles ficam presos por uma corrente na pata. É quando precisam unir forças para escapar do cativeiro.
Blu, uma arara azul, nasceu no Rio de Janeiro, porém foi levada por contrabandistas e foi parar em Minessota. Lá é criada por Linda e vive como uma arara de estimação. Em um dia qualquer Tulio, um ornitólogo, surge na vida de Blu e convence Linda a viajar até o Rio para quem o único macho dessa espécie de Araras possa se reproduzir com Jade, uma arara que não gosta de ficar enjaulada. Em uma noite os dois são capturados e levados então até dois contrabandistas de aves que os acorrentam juntos, e ai começa a confusão. Eles precisam se libertar da corrente que os unem pela pata.

Blu é uma arara domesticada que não sabe muita coisa do mundo livre e Jade possui um espírito de ser livre, não gosta de ficar enjaulada. E é esse jeito de Blu que entra em contradição com os jeitos de Jade que fazem o filme ficar engraçado, além dos amigos que os dois fazem durante o caminho que são até mais engraçados.

Rio apesar de ser uma animação é um filme interessante, trata de um assunto serio que é o contrabando de aves aqui no Brasil com pitadas cômicas e ainda com qualidade americana. Esse aspecto de ser produzido no exterior me assustou um pouco, pensei que fossem colocar só o lado ruim do Brasil em cena, mas foi ao contrário, mostrou muito mais coisas interessantes do que ruins.

Todos sabem que o Brasil não é o mestre dos cinemas, nossos filmes não duram nem duas semanas em cartaz, então fiquei pensando e se o mesmo filme fosse produzido aqui no Brasil? Talvez pudesse ter a mesma qualidade, por que não apostar? E de certa forma todos temos culpa por não acreditar no que é nosso, isso acontece muito, deveríamos acreditar no que fazemos, não?



Fellipe Fellipe: 14 anos, brasiliense e estudante, que gosta de música, assistir séries, filmes, ler, e tuítar.Podem me seguir no meu twitter @felliphy.

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